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Teste genético provou que a mais famosa tumba viking pertencia a uma Mulher

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As Valquírias tornaram-se figuras emblemáticas da mitologia nórdica. Estas eram mulheres fortes e ferozes que defendiam e também atacavam como grandes guerreiras quando precisavam. E essa era a sua existência poética dedicada a óperas, lendas e livros. Isso por que não havia evidências que refutassem sua existência, ou pelo menos não até agora. Um estudo conduzido pelas universidades de Estocolmo e Uppsala, na Suécia…

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… mostraram que os resultados de testes de DNA realizados nos restos mortais de um líder viking, encontrados no ano de 1880 na cidade sueca de Birka, apontam que o esqueleto era, na verdade, de uma mulher. Durante todo esse tempo, os pesquisadores acreditaram tratar-se de um homem pela quantidade de ornamentos “nobres” enterrados junto com o corpo.

Os exames, mostraram a verdadeira história. Tratava-se de uma mulher com cerca de 1,70 metro de altura e que foi morta aos 30 e poucos anos. O esqueleto dela tem mais de mil anos de idade.

Na sociedade viking há mais de 10 séculos, as mulheres eram fortes, mas geralmente ficavam em casa enquanto os homens iam às guerras. É por isso que todos ficaram surpresos ao descobrirem que encontraram um esqueleto de uma autêntica guerreira viking.

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A sua sepultura é uma das mais enigmáticas da história viking. Junto aos restos mortais foram encontrados escudos, espada, machado, flechas e esqueletos de dois cavalos – o equipamento completo de um guerreiro de alta patente. Havia também um tabuleiro de guerra, o que indica que a mulher era responsável por pensar em estratégias de ataque e defesa, e que provavelmente liderava as equipes.

Bj 581 é uma das 3.000 sepulturas conhecidas perto de Birka, Suécia, e uma das 1.100 que já foram escavadas.

Ossadas de outras guerreiras viking já foram encontradas antes, mas nesse grau de patente é a primeira vez.

É incrível saber que havia mulheres como essa naquela época.

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