fbpx

Técnica em ultravioleta revela as cores das estátuas da Grécia Antiga e o resultado é deslumbrante

Publicidade

Matthew Gurewitschm, da revista Smithsonian afirmou que “para nós, antiguidade clássica significa mármore branco”, e de fato é o que muitos pensamos quando visitamos museus, olhamos livros de história e conferimos fotos de estátuas antigas. Contudo, o estudioso afirma que as coisas não são bem assim para os gregos, “que pensavam em seus deuses vivos e os retratavam dessa maneira também. Os templos que os abrigavam eram em cores também, como cenários poderosos”.

Publicidade

O tempo tirou a maior parte das cores. Mas hoje, a combinação certa de inspeção com luz ultravioleta e espectroscopia de raios-x e infravermelho tornou possível descobrir as cores com as quais essas estátuas aparentemente incolores chamaram a atenção.

Confira um pouco do processo no vídeo abaixo:

Para que tudo isso fosse possível, entra em cena o arqueólogo alemão Vinzenz Brinkman, que “armado com lâmpadas de alta intensidade, luz ultravioleta, câmeras, moldes de gesso e potes de caros minerais em pó”.

O arqueólogo passou ” o último quarto de século tentando reviver a glória que era a Grécia”, para isso criou cópias de gesso ou mármore em escala real pintadas à mão e utilizando os mesmos pigmentos minerais e orgânicos usados pelos antigos: verde malaquita, azul de azurita, amarelo e ocre de compostos de arsênico, vermelho de cinábrio, preto de osso queimado e videira.

E você pode conferir alguns exemplos incríveis desse processo abaixo:

Publicidade

São reproduções de tirar o fôlego e que nos ajudam a entender como era verdadeiramente a arte antiga.

E aí, qual a sua “reconstrução favorita”?

Publicidade

Share