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Segundo estudo, pode haver 36 civilizações inteligentes em nossa galáxia

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Até hoje, acredita-se que a Terra é única em sua capacidade de hospedar vida no universo, mas ainda assim, sempre questiona-se se não estamos realmente sozinhos.

E talvez não estejamos mesmo.

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Um estudo recente apontou que poderia haver ao menos 36 civilização inteligentes, ativas e comunicantes, em nossa galáxia (Via Láctea). Mas, em razão do tempo e da distância, pode ser que nunca saibamos se elas existem mesmo ou já existiram.

Esse estudo, publicado em 15 de junho no Astrophysical Journal, foi baseado na equação de Drake. Escrita em 1961, pelo astrofísico norte-americano, Frank Drake, ela “em princípio, pode ser usada para calcular quantas civilizações com Comunicação Extraterrestre Inteligente (CETI) podem existir na galáxia”.

Ainda segundo os autores do estudo, “muitos de seus termos são desconhecidos e outros métodos devem ser usados para calcular o número provável de civilizações comunicantes”.

Tendo em vista essas lacunas, cientistas da Universidade de Nottingham, Inglaterra, desenvolveram uma abordagem própria. Segundo os cientistas “a principal diferença entre nosso cálculo e os anteriores com base na equação de Drake, é que fizemos suposições muito simples sobre como a vida se desenvolveu”.

Christopher Conselice, coautor do estudo e professor de astrofísica da universidade ainda afirmou que “Uma de nossas suposições é que a vida se forma de maneira científica – ou seja, se as condições certas forem cumpridas, a vida se formará. Isso evita respostas impossíveis, como ‘que fração dos planetas da zona habitável de uma estrela formará a vida?’ e ‘que fração da vida evoluirá para uma vida inteligente?’, pois elas não são passíveis de reposta até que realmente detectemos a vida, o que ainda não fizemos”.

O Princípio Copernicano Astrobiológico

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Os pesquisadores desenvolveram  que decidiram intitular de Princípio Copernicano Astrobiológico, para estabelecer limites fracos e fortes de vida na galáxia. Assim, as equações englobam a história da formação das estrelas em nossa galáxia e a idade das estrelas, o conteúdo metálico delas e a probabilidade de hospedarem planetas semelhantes à Terra em suas zonas habitáveis onde a vida pode se formar.

E a zona habitável é determinada por conterem planetas que por estarem na posição adequada em relação às estrelas, não são nem muito quentes e nem muito frios, além de possuírem água em estado líquido. Essas são as condições favoráveis a vida como conhecemos.

E embora a zona habitável seja primordial, Conselice afirma que orbitar uma estrela estável e silenciosa por bilhões de ano pode ser ainda mais importante. Para os pesquisadores, o Limite Astrobiológico Copernicano forte aponta que a vida deve-se se formar entre 4,5 e 5,5 bilhões de anos.

Já o limite fraco, aponta que um planeta leva ao menos 4 bilhões de anos para formar vida, embora, esta possa se formar em qualquer momento após isso.

Com cálculos baseados no limite forte, os cientistas foram capaz de determinar que há provavelmente 36 civilizações inteligentes ativas e comunicantes em nossa galáxia.

Mas claro que, tudo isso foi calculado partindo do pressuposto de que a vida se forma da mesma forma que aconteceu na Terra. E mais, o conteúdo metálico das estrelas que hospedam esse planeta precisaria ser semelhante ao do nosso sol.

A última suposição é de que essas civilizações em potencial possam está divulgando sua presença de alguma forma por meio de sinais.  Assim como produzimos sinais como transmissões de rádios de satélites e televisões, eles podem estar fazendo o mesmo.

Claro que tudo isso foi desenvolvido na Terra a um curto período de tempo, essas transmissões tem cerca de 100 anos.

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