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Com 150 anos de existência, a gravação mais antiga do planeta é assustadora

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Você já parou para pensar que tudo que experimentamos ou vivenciamos na vida teve uma primeira vez? Provavelmente alguém se arriscou vivendo uma experiência semelhante pela primeira vez.

Pensando nisso, tente imaginar também como foi para quem decidiu gravar a própria voz pela primeira vez. O que será que ele sentiu?

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O início disso tudo foi em 1860, quando o bibliotecário francês, Édouard-Léon Scott Martinville, criou um dispositivo chamado “fonoautógrago”.

Embora complexo para a época, o dispositivo tinha um funcionamento bastante simples: captava vibrações sonoras utilizando um cilindro rotativo coberto por um pigmento preto, extraído da combustão incompleta do petróleo.

 

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Para entender melhor, era como se um disco de vinil fosso colocado para tocar, mas desta vez, o áudio era gravado e não reproduzido. Martin ficou muito animado com a invenção e fez uma série de gravações, mas não havia nenhum equipamento capaz de reproduzi-las na época.

Ele nunca conseguiu ouvir as suas gravações  e somente em 2008 um computador foi capaz de traduzir o registro.

E o áudio em si, como você deve ter percebido, é bem assustador. Mas não é nada além de uma voz humana. Os especialistas afirmam que Martin recitou uma rima francesa intitulada de ‘Au Clair de la lune”, porém, não é possível saber ao certo que ele quis dizer.

 

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