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5 pessoas que fizeram descobertas inacreditáveis por acaso

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Algumas pessoas se dedicam por horas a resolver mistérios e enigmas que parecem sem solução. Já outros, no entanto, acabam por acaso descobrindo tramas inacreditáveis e chocantes, algumas até mesmo medonhas.

No artigo de hoje separamos as história de 5 pessoas que acabaram descobrindo por acaso, coisas inacreditáveis e chocantes. Confira:

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5 – Um engenheiro que descobriu a quilômetros de distância, o desastre de Chernobyl

Era uma manhã qualquer de 26 de abril de 1986, quando o engenheiro Cliff Robinson chegou para trabalhar em Forsmark, Suécia. Contudo, seguindo a sua rotina normal na planta nuclear em que trabalhava, ele foi submetido a um detector de radiação.

Para a surpresa de todos, a máquina disparou o alarme, já que os sapatos de Cliff apresentavam um excesso de poeira radioativa. O rastro era tão forte que foi preciso não só afastá-lo do serviço, mas evacuar toda a planta.

A partir daí, foram feitas análises profundas que constataram que a poeira nuclear presente no corpo de Cliff não era de Forsmark, já que as substâncias não era usadas por lá.

Ela teria que ter vindo de outro lugar, analisando o vento e outros aspectos os cientistas descobriram que a poeira deveria ter vindo do sudeste e acabaram por chegar até a Ucrânia, que fazia parte da URSS.

Eles entraram em contato com os engenheiros de Chernobyl,que inicialmente negaram qualquer problema, mas que mais tarde acabaram admitindo que havia ocorrido uma “probleminha” na usina.

4 – O homem que descobriu, sem querer, o experimento de Tuskegee

Esse caso é realmente bizarro, trata-se da história de um médico estadunidense que e 1966, recebeu em seu consultório um homem negro, já idoso que apresentava um quadro de insanidade. Após alguns exames, foi dado o diagnóstico de neurossífilis, um estágio já avançado e de difícil tratamento, mas ainda havia uma solução, usando penicilina ele poderia ser curado.

Mas justamente aí que o problema foi realmente descoberto, o governo dos Estados Unidos não queria que ele fosse curado. O médico fez o seu trabalho e ficou surpreso quando recebeu uma ligação do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.

Eles afirmavam que ao fazer o seu trabalho, ele teria interferido em um experimento que estava sendo realizado no país. O médico havia descoberto por acaso o terrível experimento de Tuskegee, que durante mais de 30 anos contamino homens negros com sífilis e os deixou sem tratamento.

Nesse período, muitos acabaram transmitindo a doença para sua família e centenas de pessoas morreram, tudo era uma pesquisa que entrou para a história como um dos movimentos científicas mais perversos dos EUA.

Após conversar com o CDC, o médico entrou em contato com seus superiores e descobriu que poderia enfrentar sérias consequências caso expusesse a situação para o público.

E ele ficou em silêncio por muitos anos, mas uma vez, durante um almoço, Peter Buxtun ouviu por acaso alguns médicos comentarem sobre descobertas que haviam sido escondidas do público. A partir daí ele decidiu coletar o máximo possível de informações e contou a todos o que sabia e assim o mundo tomou conhecimento dos horrores desse experimento.

3 – Um encanador que descobriu um serial killer em Londres

Esse caso ocorreu em 1983 nos arredores de Londres, quando um encanador inglês chamado Michael Cattran foi chamado para consertar problemas hidráulicos em uma casa antiga.

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Ele decidiu drenar toda a água dos canos e junto com a sujeira das tubulações ele acabou encontrando carne e ossos. O inquilino do local, Dennis Nilsen, afirmou que provavelmente o morador antigo deveria ter o hábito de colocar frango ou outro tipo de carne pelos canos.

Cattran decidiu voltar no dia seguinte acompanhado de seu supervisor, ao olhar novamente os canos eles não encontraram mais restos. Achando tudo muito suspeito, como se alguém tivesse tentado limpar o local, eles decidiram vasculhar os outros canos da casa.

A partir daí encontraram mais pedaços de ossos e carne e entre os restos havia algo que lembrava uma mão humana. O encanador então chamou a polícia, os oficiais vasculharam a casa e quando interrogaram o inquilino ele acabou confessando ter matado “15 o 16” pessoas desde 1978.

Ele foi condenado por 06 homicídios.

2 – A Kodak descobriu testes nucleares secretos dos EUA

Era 1945, quando a Kodak, famosa companhia do ramo da fotografia, começou a receber inúmeras reclamações sobre pontos brancos em seus rolos de filmes. A empresa já estava ciente de que o problema poderia acontecer em razão da má qualidade do material usado para empacotar os filmes.

E alguns anos antes eles haviam enfrentado um problema semelhante, por conta de resíduos de rádio encontrados nessas embalagens. Mas desta vez não havia razões para isso acontecer, pois eles haviam trocado de fornecedores com todo cuidado possível.

Eles decidiram realizar análises e descobriram que substância que danificava os filmes não era rádio, mas sim cério-141, um isótopo que não existe de forma natural. O elemento que é usado na fabricação de bombas nucleares deixou os funcionários em alerta.

Sem querer, eles haviam descoberto que os EUA estavam realizando testes nucleares e sem que ninguém soubesse. Os resquícios de cério-141 eram da experiência Trinity, conduzida pelos EUA em julho de 1945, o que acabou espalhando resíduos radioativos por várias áreas do país.

Para que tudo fosse mantido em sigilo, a empresa firmou um acordo com o governo americano. Em troca do silêncio, o governo passou a informar sobre os testes futuros e a empresa pudesse readequar as suas atividades de produção.

1 – O funcionário de uma companhia portuária que descobriu todo um esquema de escravidão no Congo.

No início do século XX, o Congo era administrado pelo Rei Leopoldo II, da Bélgica, embora autoproclamado filantropo, ele afirmava que a escravidão era ilegal nos dois países e que controlava o Congo para o bem de seu povo.

Mas na verdade, as coisas era bem diferentes e E.D. Morel descobriu isso. Ele era funcionário de uma empresa do ramo portuário e começou a desconfiar quando muitos navios chegavam da Bélgica trazendo apenas munição e deixavam o Congo levando grandes quantidades de borracha e mármore.

Com o tempo, Morel se convenceu de que os homens de Leopoldo II estavam escravizando os congoleses. Após colher evidências, ele decidiu falar com seus superiores, que acabaram tentando comprá-lo com uma promoção, mas não funcionou.

Ele se demitiu e fundou a Congo Reform Association, uma associação que se dedicou a expor todos os absurdos que ocorriam no país africano na época. Por esse trabalho é que o mundo soube os horrores que os belgas submetiam os nativos.

E os relatos envolviam tortura, mutilação e a escravidão. Mas essas são apenas parte das atrocidades comandadas por Leopoldo II no Congo, ao todo estima-se que seu governo tenham assassinado de forma deliberada, metade da população do país e até hoje o lugar sofre para vencer as dificuldades criadas por anos de exploração.

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